Fingir que está tudo bem, os olhos borrados, na tentativa de matar a vontade que grita, que arde. Fingir que está tudo bem enquanto o telefone não toca, a vida não gira. Fingir que está tudo bem, o coração a tilintar.
Amanhã tento de novo. Desculpe tanta sede, tanta insatisfação. Amanhã, amanhã, recomeço.
— Caio Fernando Abreu